Perspectivas para a pecuária futura

As previsões de crescimento da população mundial para 2050 é de 9 bilhões de habitantes, paralelo a esse crescimento esta a demanda por alimento, uma vez que será  necessário um aumento significativo da produção. Segundo uma compilação feita Bigma Consultoria, possivelmente o rebanho mundial de bovinos não seja suficiente para atender a demanda por carne.

Alem do, mas tem-se observado uma expansão da agricultura nas áreas, mas férteis, tendendo a migração da pecuária para as áreas marginais Nesse sentido será necessário um aumento na produção, porem, por outro lado devido às pressões de órgãos ambientais, o desafio é maximizar a produção de forma sustentável. Para que isso aconteça, é preciso investir em principalmente em aporte tecnológico.

 Para alcançar essa eficiência é preciso estar atendo as mudanças necessárias e estar preparado para executar-las. Algumas desses parâmetros julgados como importante são:

  • Aumento da taxa de desfrute
  • Sistemas forrageiros eficientes
  • Seleção de animais
  • Eficiência na conversão das forragens.

Para Bigma Consultoria pra que a demanda de carne ser suprida a produção teria que aumentar gradualmente até atingir os quase 86 milhões de toneladas de equivalente carcaça em 2050. No Brasil o abate de bovinos até 2020 terá um aumento de 12 milhões de cabeças, ou seja, para que a produção alcance os índices previstos será necessário muito trabalho.

 Ainda segundo Bigma Consultoria o aumento em 1 ponto percentual na taxa de desfrute ate 2020 favorecera um avanço significativo na pecuária de corte. A taxa de desfrute mundial deve atingir próximo de  24 %  para que a produção de carne alcance níveis altos de produção.

Segundo o coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, na pecuária do futuro os criadores vão atuar de pronta entrega, ou seja, vão atuar num mercado feito sob medida, com demandas muito específicas, onde cada categoria será direcionada a um mercado. Bois com 400 quilos e menos de 24 meses vão servir abastados no mercado interno, num nicho Premium. Já animais mais pesados, com 480 quilos, seguirão para exportação, criados a pasto e confinamento. Novilhos magros, por sua vez, devem desaparecer, na projeção de Barcellos. Com a especialização, a tendência é aumentar o custo de produção da pecuária e, com isso, o risco. O coordenador do Nespro foi taxativo: para ter o mesmo retorno que alcançará em 2014, o produtor vai ter que ampliar o resultado em 20% até 2020, crescendo 2,5% ao ano para se manter no mercado.

Contudo é perceptível que a pecuária tende a se solidificar e os produtores vão ter que se profissionalizar para manter na atividade, tendendo a produção de carne de melhor qualidade, visto que o mercado tende a se tornar cada vez, mas exigente, sempre associado ao uso de tecnologias já mencionadas.

Fonte: www.diadecampo.com.br (Por Mauricio Palma Nogueira, Bigma Consultoria)

Sobre João Wilian Dias Silva

João Wilian Dias Silva
Técnico em Agropecuária pela Escola Família Agrícola de Caculé, Atualmente Graduando em Zootecnia -UESB, bolsista de iniciaçao científica, 22 anos

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Um comentário

  1. Curto muito sua página, meu site é fazendasavenda.net

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